ÂNGULO PRODUÇÕES

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domingo, 28 de junho de 2009

Padaria Chip's de Poá discrimina menores carentes



“Carta aberta à população”

Padaria Chip's de Poá discrimina menores carentes

No dia 26 de junho de 2009, por volta das 18 horas, fui até a Padaria Chip's (localizada na Avenida Nove de Julho, 853 – Poá - SP) onde fui tomar um chocolate quente com um cliente, como faço às vezes.

Estava frio, e quando estávamos tomando nosso chocolate, enquanto conversávamos, 3 crianças aproximaram de nós. Os meninos que aparentavam ter de 9 a 12 anos, um deles se aproximou, e nos pediu dinheiro. Perguntei para que era , disseram ser para a compra de lanche. Perguntamos onde moravam, informaram ser na Vila Romano na cidade.

Estavam com roupas tipo agasalho de escola (uniforme), e não aparentavam ser crianças sem família, mas aparentavam ser pessoas de condição social menos favorecida.

Perguntei se queriam comer um lanche e tomar um chocolate quente, disseram que sim. Pedi para eles sentarem, e disse ao balconista para que fosse servido um lanche pronto (onde apontei na estufa), juntamente com chocolate quente. As crianças meio arredias, onde dois sentaram, e o outro ficou meio de lado, ficaram aguardando.

O balconista da Padaria Chip's, após meu pedido, demorou um tempo, foi para um lado, foi para outro, tive que pedir mais outras vezes. Após uns 5 minutos, tomei o meu chocolate e fiquei conversando com a pessoa que estava comigo, onde esqueci dos meninos. Quando vi que eles ainda estavam lá esperando para serem servidos.

Observei por um tempo, e vi que chegaram outras pessoas, as quais eram atendidas, e as crianças lá, sendo discriminadas pelos funcionários da Padaria Chip's. Onde pergunto: Por qual motivo não eram servidos?

Falei novamente com o balconista, onde fiz o pedido de novo, ele foi conversar com um outro, imaginei ser um encarregado ou similar, para ver se podia atender as crianças. Pois era isto que demonstravam estar acontecendo.

O que recebeu a informação veio falar comigo. Em tom de que quisesse saber, quem iria pagar o alimento das crianças. Informei que poderia servir e continuei a observar, onde foi servido somente o chocolate, em um copo de plástico. Onde o funcionário demonstrou que tem nojo, ou não lavam direito os copos de reuso, ou então já é treinado a discriminar o ser humano que estava ali, talvez por não ter tantos bens, ou de ter um baixo, ou baixíssimo poder aquisitivo.

Talvez seja por pertencer a uma classe social nem tanta privilegiada como a grande maioria dos frequentadores da Padaria Chips.

Ou talvez, as crianças não eram tão cheirosas como uma boa parte de clientes, que estão alem de perfumados, ou melhores arrumados, e não com jeito ou modo de pedinte.

Falei novamente com o balconista, o qual alegou que certa feita no passado, segundo ele, as crianças foram até o banheiro do estabelecimento e fizeram bagunça, e perante tal declaração, queria se esquivar de servir os alimentos as crianças.

Perante a esquiva do(s) balconista(s) onde discriminou e discriminaram as crianças pelas suas roupas simples e não tão sujas assim. Onde agiram sem sensibilidade humana, não foram complacentes, e muito menos profissionais. Vi um dos proprietários, o senhor Antônio Rodrigo Almeida, informei a ele o que estava acontecendo, onde eu disse que as crianças estavam sendo discriminadas, e a direção do comércio teria que tomar medida. Ele disse meio dissimulando, que isto não era possível acontecer, pois a padaria ajuda algumas entidades, e faz um trabalho social.

O Sr. Antônio perguntou a mim com um tom meio sarcástico, se as crianças estavam comigo. Perguntei o motivo da pergunta. Ele alegou querer saber, pois se entraram lá; estavam com alguém.

Informei a ele que encontrei as crianças já dentro do estabelecimento, onde ele disse que alguém teria que ser responsabilizar pelos atos das crianças. Disse a ele, que sobre os alimentos, era responsabilidade minha.

Informei a ele mais uma vez, que as crianças estavam sendo discriminadas e tal atitude era vergonhosa.

De longe pude observar ele conversando, (a meu ver) com o encarregado do balcão, o qual demonstrava argumentos, e após uns 3 minutos, pediu para servir os garotos.

Passados 15 minutos, ou mais, onde já tinha sido feito o(s) outros(s) pedido(s), o balconista perguntou novamente o que queriam, pois as crianças já tinham tomado o chocolate. Disse que era para ser servido um lanche que tem na vitrine. O balconista sendo um pouco sarcástico começou a falar nome de outros lanches que tem na Padaria Chip’s.

Disse a ele que era para informar as crianças os sabores dos lanches que tinha no balcão, onde apontei mais uma vez, e disse que era para ser servido aqueles, de acordo com a vontade de cada um deles.

Mais uma vez, as crianças foram discriminadas, onde os lanches foram colocados em um saquinho de papel. Disse para o balconista, que era para servir os lanches no prato, com dignidade, igual a todos os clientes que frequentam a Padaria Chip’s.

O proprietário ficou observando de longe, também se esquivando da situação, onde demonstrou com sua atitude, um ato também de discriminação as crianças menos favorecida, que entram em seu estabelecimento comercial.



Meu ponto de vista


É lamentável tal atitude, partida de um estabelecimento comercial, o qual é um atrativo turístico; ponto de encontro; uma casa que sempre divulga que faz investimentos e é frequentada por formadores de opinião.

Fez a melhor padaria da cidade, tem o melhor estacionamento, compra o melhor forno de pizza, coloca vitaminas, nutrientes no seu pãozinho, faz o seu café com Água Mineral Poá, e também faz uma bonita campanha, para acabar com a sacola(s) plástica (s), pois tais sacolas, causam um grande dano ao meio ambiente.

E o mal que fizeram com as crianças? Ajudaram no que em sua auto-estima? Qual a política de responsabilidade social com as crianças em tela?

A Padaria Chip’s faz questão de todos os anos levar ao chefe do executivo, uma completa linha de pães, em uma cesta, com sua grande gama de produtos de boa qualidade. Mas no quesito humanismo, deixa a desejar. Pelo menos com os menos favorecidos o qual presenciei.

Tal atitude, REPUDIO VEEMENTEMENTE, e classifico como lamentável, onde seres humanos, tratem com tamanha falta de humanismo seus semelhantes, os quais indefesos, pois são crianças, onde nasceram e vivem em um mundo capitalista, onde poucos detêm uma condição de boa educação, cultura, saúde, alimentação e oportunidade de ser alguém na vida. Uma terra de uma carga tributária gigante.

Não adianta fazer doação para entidades de caridade, e não praticar a caridade a seu semelhante, a seu próximo, onde ele sendo mais frágil, usar deste atributo, onde mantém com esta política, a crianças mais acuadas, já criando ódio pelos adultos mais privilegiados.

Quiçá esta criança seja como um garoto que conheci dias atrás, onde foi criado no Abrigo Batuíra, e hoje é um profissional do direito, homem de bem e pai da família.

Com este tipo de desumanismo, e modo discriminativo em que as crianças foram tratadas, poderia sim passar despercebido, pois estas cenas são comuns nas ruas durante o nosso dia-a-dia.

Mas sabemos também, que muitas crianças que são tratadas de forma marginalizada, vão crescendo com dor, falta de oportunidade, e ódio no coração, onde o crime abraça, onde a indústria da farinha abraça. E não é a de trigo não.

E ai, o ser humano vai até a Padaria Chip's, entra com o seu automóvel no suntuoso estacionamento, compra as deliciosas iguarias, toma um café, troca um dedo de prosa boa se quiser. Encontra os políticos, empresários, comerciantes e gente de bem da cidade. Volta para sua casa, e pode acontecer, que na hora de chegar em casa, encontra um meliante com uma arma em riste, pedindo tudo, drogado as vezes, e querendo assaltar, ou cometer outras atrocidades.

Então pergunto. Quem criou tal personagem? Quem contribuiu para tal? Quem foi este ser humano no passado? Como a sociedade o tratou?

Claro que não podemos generalizar, mas com certeza, é como diz o personagem. Gentileza - gera gentileza.

Esta não será a primeira vez que os frequentadores do comércio de depara com pessoas menos favorecida, pois eles sabem que no local, podem sim, encontrar pessoas de bem, ou de bens.

Quem nunca viu as crianças, adolescentes e jovens que ficavam ou ficam olhando carro, em troca de um troco?

E quem nunca presenciou na porta, ou próximo da entrada, uma senhora gentil e simpática (as vezes mais gentil e atenciosa mais do que alguns funcionários la dentro).

E falando sobre responsabilidade social, faço mais algumas perguntas.

Será que a entrada, os banheiros têm acessibilidade para pessoas de mobilidade reduzida e deficientes físicos? Como diz as leis vigentes para tal?

Pois, basta olhar a calçada, onde é frequentada por autoridades da área, e finge(m) não ver, que ela foi feita fora das normas legais, sendo muito inclinada, onde se um cadeirante circular por ela, em plena Avenida Nove de Julho (região central da cidade), corre o risco de cair e bater a cabeça no chão. Será que tem que esperar acontecer para resolver?

E o menino que ficou meio de lado, arredio, será que se fosse uma pessoa de muitos bens, um político, não seria convidado a sentar melhor, ou até bajulado. Como é comum esta tratativa nesta nossa pseudo-sociedade? Ainda mais se o time dele tiver ganhado a partida no dia anterior


Será que quando os prefeitos que freqüentam a Padaria Chip’s também são servidos em copos de plásticos? E os deputados e outros políticos de fora quando são levados la?

Sei que surgirão vários pensamentos e questionamentos. Mas pense com o pensamento da razão, e tire sua conclusão. Pois tal manifesto faço, usando de meus direitos constitucionais.


Tal pronunciamento, faço, para que cada um de nós, possamos contribuir, para uma cidade melhor, par uma terra mais digna, ao menos no respeito a seu semelhante. Afinal, não sou o dono da verdade, é apenas o meu modo de pensar. (diz um amigo meu)


Adilson Santos

cidadão

fotocomadilson@yahoo.com.br

http://adilsonsantosfotografo.blogspot.com/





Veja o que José Antônio Mazieiro postou na Comunidade do Orkut Poá Com Acento


José Antonio

vai parar ai!!!!!!

as vezes vejo alguns artigos que acho que não deveriam terminar, onde parou, o jornalismo não devia ter usado somente para criticar mas sim ajudar, vamos lá :::
pelo que o jornalista no qual conheço tambem, e sei de seu trabalho, disse que os meninos moravam na vila monteiro, então os mesmos possuem falimia, ccerto?
onde é o endereço dessa familia? o nobre jornalista verificou o porque essas crianças estavam solicitando alimentos? o noobre jornalista em vez de simplesmente dar um café para os meninos, verificou se ele como CIDADÃO poderia ajudar a referida familia ai sim as crianças não estariam pedindo esmolas, . o nobre CIDADÃO que em seu blog usou sua profissão de jornalista, entrou em contato com a prefeitura ou algum orgão para ajudar a familia, OLHA eu sei muito bem que o nobre jornalista tem acesso a essas informações, alias ele assinou a reportagem como CIDADÃO, mas não vi o mesmo agir como um real cidadão, mas sim a um critico de um comercio, O QUAL NÃO CONCORDO TAMBEM COM AS ATITUDES DESCRITAS dos envolvidos na historia.

Fonte Link: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=90358&tid=5353109365007268905




Resposta



Grande José Antônio Mazieiro


Eu não havia tido acesso ainda, ao vosso comentário na Orkut através da comunidade Poá com Acento, com o título “Vai Parar Ai!!!!”


A começar, entendo perfeitamente a vossa maneira de pensar, e colocação, onde poderia ter entrado no Blog e postado vossa opinião sobre o assunto, e com sua inteligência, mostrar o caminho da solução, sobre o caso em tela.


Quero deixar claro, que não sou jornalista, ou seja, sou repórter fotográfico, ou seja, um fotógrafo, com um olhar mais crítico, cético e profissional, como segue a explicação abaixo:



O fotojornalismo preenche uma função bem determinada e tem características próprias. O impacto é elemento fundamental. A informação é imprescindível.

É na fotografia de imprensa, um braço da fotografia documental, que se dá um grande papel da fotografia de informação, o fotojornalismo. É no fotojornalismo que a fotografia pode exibir toda a sua capacidade de transmitir informações. E essas informações podem ser passadas, com beleza, pelo simples enquadramento que o fotógrafo tem a possibilidade de fazer. Nada acontece hoje nas comunicações impressas sem o endosso da fotografia.

Existem, basicamente, quatro gêneros de fotografia jornalística:

  • As fotografias sociais: Nessa categoria estão incluídas a fotografia política, de economia e negócios e as fotografias de fatos gerais dos acontecimentos da cidade, do estado e do país, incluindo a fotografia de tragédia.

  • As fotografias de esporte: Nessa categoria, a quantidade de informações é o mais importante e o que influi na sua publicação.

  • As fotografias culturais: Esse tipo de fotografia, tem como função chamar a atenção para a notícia antes de ela ser lida e nisso a fotografia é única. Neste item podemos colocar um grande segundo grupo, a esportiva, pois no fotojornalismo o que mais vende após a polícia é o esporte.

  • As fotografias policiais: muitos, quase todos os jornais exploram do sensacionalismo para mostrar acidentes com morte, marginais em flagrante, para vender mais jornais e fazer uma média com os assinantes. Pode-se dizer que há uma rivalidade entre os jornais para ver qual aquele que mostra a cena mais chocante num assalto, morte, acidente de grande vulto.

A fotografia nos meios de comunicação social, principalmente em impressos (jornais, revistas e folhetos) é o mais importante, sem uma imagem o material fica pobre.



Como costumo dizer, com uma boa foto, o jornalista escreve mil palavras ou mais. Mas um milhão de palavras, não faz uma foto impactante. Lembra daquela na Guerra do Vietnan? Daquela menina correndo pelada, após bombardeio de Napalm? Será que o fotógrafo também deveria ir até a casa da moça e também procurar os políticos ou autoridades da época?



Pelo que percebo quando fala em jornalista, sinto uma certa carga de desafeto (o qual já me disse pessoalmente), concernente a alguém, o qual não tenho mais relação comercial, e não respondo pela vida nem atitude de ninguém, mas sim, pelos meus atos e minha carreira profissional.



Quando eu disse sobre o bairro, me referi que eles moram na Vila Romano, onde fiz tal pergunta, para saber ser eram pessoas de nossa cidade, ou de fora.



Eu não peguei o endereço dos meninos, mas estava comigo, um amigo, o qual é pessoa de bem também, o qual presenciou tudo, e só não citei o nome dele, pois não pedi autorização para tal.



Quando presenciei o fato, não estava ali investido no momento como um profissional de imprensa, mas sim, como cidadão, o que a meu ver, é a pessoal mais importante da sociedade, ou seja, ela é a base da sociedade. Pois não ando pelas ruas da cidade, investido em minha ocupação profissional, ou cargo o qual ocupo, sei dividir bem as coias. Mas se eu errei em algum momento, me mostre por favor, pois quero sempre aprender, e não sou dono da verdade. Posso estar pensando errado.



Eu gostaria de ajudar sim mais famílias, mas tenho as minhas deficiências financeiras, e não fingo ser ou ajudar uma entidade ou classe social, e tripudio em cima disto. Como fazem alguns empresários e empresas, entre elas, instituições financeiras que fazem acordos em quatro paredes, onde deveriam primar pela saúde das pessoas por um todo, e não somente ver uma meta a ser cumprida. Ou que somente tiram da cidade o dinheiro suado do cidadão poaense, e não gera a devida divisa, e nem da retorno para a cidade e seus moradores. Mas levam os seus lucros, para sua sede, as vezes até fora do Brasil. Enquanto isto, tem banco que tem agência em cada um dos quase mais de 5.000 municípios do pais, e faz um trabalho social bem isolado, e explora isto, ou usa tal ação, para justificar as altas taxas bancárias e suas tarifas exorbitantes. “ Eu particularmente, não sentiria orgulho e ganhar o dinheiro para a minha família, em uma empresa que tem este tipo de política”. “ E conheço um pouco sobre Marketing de Responsabilidade Social, e suas pseudoferramentas”.



E sobre entrar em contato com a prefeitura, lamento lhe dizer, que uma certa feita, uma noite por volta das 23 horas, uma mulher com problemas psicológicos (onde aparentava isto), estava no ponto de ônibus da Avenida prefeito engenheiro Francisco Correa Allen, onde a mulher desesperada, desorientada, com fome, e sem saber para onde ir, procurava ajuda. C onversei com ela, tentando ajudar, onde liguei para a prefeitura, e não tive respaldo. Tive que procurar outras autoridades, e usar os serviços da polícia.



Dias desse, no mesmo ponto de ônibus, por volta das 23 horas também, havia dois meninos, os quais pediam carona e dinheiro, e também eram discriminados e desprezados. Fui até Centro Municipal de Informação, ao lado do ponto, onde ficam Guardas Municipais trabalhando. Informei a eles a presença dos dois menores, o qual pedi para chamaram os Conselheiros Tutelares de plantão, e os mesmos não fizeram, ou seja, criaram dificuldade, e comuniquei tal fato, aos dois responsáveis da pasta, inclusive na Padaria Chip's.



Tais comentários, faço, usando os meus direitos constitucionais, pois só para lhe refrescar a mente, vivemos em um pais de regime democrático, e não na região dos países onde o cidadão não tem este direito. Lembra do vídeo divulgado a pouco na rede mundial de computadores que refletiu no mundo todo? Onde mostrava uma mulher sendo assassinada?



E volto a dizer, se não concorda com o que descrevi, me oriente por favor, qual caminho e atitude devo tomar.



E para terminar nossa proza, ressalto que gosto deste meu ofício, pois a gente consegue não somente ver um lado da história onde favorece mais o lado econômico, mas sim, o social, onde consegue ver o ser humano como seu próximo e semelhante. Não pensei só nos donos da panificadora, pensei no quadro por um todo.



No fato ocorrido e descrito por mim, me serviu de lição de vida, onde pude aprender. E tem que ser analisado por um todo, e não blocos isolado.



Observações:

  • O que para você é um simples café, para muitos, é a única refeição do dia.

  • E ser amigo de quem tem poder, ou grana no banco é fácil, o difícil é ver alguém se compadecendo do moribundo.



Adilson Santos

cidadão







6 comentários:

  1. Nossa fiquei sem palavras perante tudo que li, como me revolta esse tipo de atitude, eu tinha a Chips como uma refência de bom atendimento, assim como outros estabelecimentos e outras pessoas que caíram e caem no nosso conceito a cada dia depois de atitudes tão pobres...

    O que mais desprezo no mundo são pessoas que humilham os outros, pessoas arrogantes que julgam os menos favorecidos por sua aparência...

    Essas pessoas esquecem que só Deus é Onipotente, Onipresente e Oniciente, que veio ao mundo de forma humilde e que hoje em dia também vem ao mundo através dessas pessoas tão humilhadas e desprezadas por essa sociedade...

    Temos o dever de tratar ao próximo como gostaríamos de ser tratados, porque não sabemos o dia de amanhã, se hoje estamos em posição de destaque amanhã só Deus sabe...

    Esse mundo existe a "Lei do Retorno" tudo que fazemos de bem ou mal volta pra nós, as pessoas julgam nossa aparência, mas somente Deus é capaz de sondar nosso coração...

    Meu amigo e irmão Adilson é de pessoas como você que precisamos em nossa sociedade, ja gostava de você e agora passei a admirá-lo mais ainda. Me junto a você como aliada, pra combater esse tipo de atitude, seja vinda de quem for.... somos filhos de Deus e por isso somos todos iguais, independente de raça, credo, opção sexual, classe social... Jesus nos ama como cada um de nós é, nem menos nem mais... pesemos nisso!!! Fqiue com Jesus!!!! Evinha

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  2. REALIDADE '' FAST FOOD''...até quando?
    Realidade enrustida,embalada para viagem
    Um fast food da vida
    eu escolho,você escolhe!

    Somente o que queremos ver,ter ,sentir
    eu fecho os olhos,você fecha os olhos
    as crianças choram,os miseráveis imploram

    eu faço poesia,você faz a poesia
    os sem pátria a todos exploram
    apenas mais um grito na multidão...

    eu protesto,você protesta!
    é só isso...há um desencontro...ideais,miragem
    é só isso..desleais a ir e vir...

    eu penso,você reflete!
    é assim que tudo começa a mudar :
    A cidadania um direito de todos!

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  3. REALIDADE '' FAST FOOD''...até quando?
    Realidade enrustida,embalada para viagem
    Um fast food da vida
    eu escolho,você escolhe!

    Somente o que queremos ver,ter ,sentir
    eu fecho os olhos,você fecha os olhos
    as crianças choram,os miseráveis imploram

    eu faço poesia,você faz a poesia
    os sem pátria a todos exploram
    apenas mais um grito na multidão...

    eu protesto,você protesta!
    é só isso...há um desencontro...ideais,miragem
    é só isso..desleais a ir e vir...

    eu penso,você reflete!
    é assim que tudo começa a mudar :
    A cidadania um direito de todos!

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  4. incrivel como esse povo naõ muda mesmo, come mortadela e arrota caviar.
    mas o que mais me chamo a atenção quando comentei a respeito foi que mais de uma pessoa, disse : Ahhh mas isso sempre acontece lá! Já aconteceu com meu tio ,meu vizinho.
    Por isso devemos denunciar sim ,sempre por que ninguem é obrigado a nos aceitar ou gostar de nós mas de respeitar . E ja esta na pauta do jornal conte conosco.
    lucia alves

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  5. Maria Regina Jacob2 de julho de 2009 23:59

    Deprimente a atitude dos funcionários,naturalmente devem ser orientados pelos proprietários,que pena !!!
    Parabéns,Adílson,gostei do seu texto.

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  6. Infelizmente, o que percebemos dessa sociedade é que "Nós ajudamos os Pobres e os Menos Favorecidos, mas que passem bem longe da minha porta,e do meu (humilde) estabelicimento".

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