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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Eu Não falo com mídia corporativista Burguesa

'Eu Não falo com mídia corporativista Burguesa', esta foi a frase que mais marcou ontem a noite no meu entendimento, o programa Profissão Repórter da Rede Globo de televisão.

Segundo uma página de rede social do programa, a citação aconteceu na Marcha da Liberdade no Rio de Janeiro, onde o repórter se dirigiu ao jovem para entrevistá-lo, ele negou com esta frase, que foi muito citada nas redes. Onde tal atitude do jovem, parece-me jargão ou expressão de um blogueiro sujo.

Em busca da credibilidade e audiência

Mas o que levou a emissora, a permitir que esta frase fosse ao ar? Será a Rede Globo uma emissora séria?

Se já foi um dia, ou melhor, ela que hoje já é de ciência de muitas pessoa uma emissora de massa de manobra, onde usa (o seu que já foi grande) poder de audiência para ditar normas, regras, e até manipulou debates presidenciais, como disse o jornalista que já foi da casa, Paulo Henrique Amorim.

Mas no meu entendimento, esta mídia, como todas suas atitudes, são pensadas e tem fundamentos, ou seja, ela não dá ponto sem nó. Se permitiu isto, nada mais é do que querer mostrar que ela tem credibilidade, e com estas e outras atitudes, voltar a resgatar sua audiência, que cai a cada dia.

Outra atitude que é de resgate de credibilidade, e de olho em verbas publicitárias ou congêneres, foi o grande destaque que a emissora do saudoso jornalista Roberto Marinho, deu a Marcha Para Jesus 2011. Podem esperar a fatura, que foi paga em algum acordo, ou em breve terá um boleto.

Assista o vídeo do programa Profissão Repórter de ontem


9 comentários:

  1. bom foi a melhor frase do ano
    foi de mais
    mas de mais mesmo foi a cara de pau da globo colocar isso
    como se estivesse confirmando isso
    cara se eu pudesse encontrar esse garoto dava meus parabéns.

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  2. Alessandro Guedes29 de junho de 2011 22:34

    Eu tive o privilégio de ver essa cena. Me surpreendi de a Globo ter transmitido as imagens. Foi muito lindo a pancada dada pelo estudante.

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  3. Foi uma atitude infeliz e parabenizar o rapaz é de uma inocência preocupante, já que ele mesmo nem sabe o que está fazendo ali ou falando, é só notar que ele solta a frase mas usa um ipod (coisa bem burguesa na concepção de um militante comunista) é tatuadão e clubber. Isso exatamente quer dizer que o rapaz se limita a seguir correntes filosóficas apenas por achar legal estar inserido em um grupo diferente e é apenas isso. No lugar de apertar a mão deste cidadão procurem conversar sobre as revoluções do século passado e da atual conjuntura sócio-econômica e aposto com vocês que é é certo de soltar um monte de asneiras e se ele ficar calado por não saber já é lucro. Para se certificarem de quão equivocado é o pensamento de que ele fez algo grandioso é procurar na internet, 99% das pessoas notaram a verdadeira intenção do indivíduo que era "causar" e tudo isso em uma passeata para liberar o uso da maconha (que belo exemplo!). Em tempo, a audiência da Globo voltou a subir, é só procurarem os índices e o Paulo Henrique Amorim já não é um exemplo de imparciabilidade!

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  4. nao teve nada de engraçado o gordinho otario achoo q ensaiou isso na frente do espelho pra falar e agora se acha mas só pagou de ridiculo...e a cena foi ao ar pra reforçar o deprimente papel q ele fez.

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  5. O que é que ele tem ali no pescoço? Um fone de Ipod? Ah tá.

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  6. O cara so falo o que ele acha
    nao pediu pra globo mostra isso no ar
    é a opiniao dele
    vcs nao tem moral pra se meter

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  7. Não não! O tapado é que não tem moral para dar tal declaração, já que ele está composto como um burguês corporativista, olha lá o Ipod no pescoço dele!!! Daí podemos concluir que ele nem sabe o que fala, quis causar mesmo! Menos moral tem quem ainda o defende!

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  8. Insurgir-se contra o "corporativismo midiático-burguês" não implica a necessidade de um viver eremita. Somos seres humanos e temos direito fundamental a usufruir os avanços tecnológicos - muitos dos quais associados à guerra. A não ser que se queira idolatrar mitologicamente o capital-mercado como um deus, ao qual devemos toda a gratidão e fé, numa espécie de cegueira ideológica.

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