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domingo, 10 de janeiro de 2016

2016 começou com a pior enchente na cidade de Poá, e prefeito poderá decretar Calamidade Pública

Adilson Santos
No dia 9 de janeiro no final da tarde, a cidade de Poá recebeu uma chuva de verão onde aparentemente era forte, mas não imaginávamos que seria uma das mais intensas da cidade de Poá, que para dar enchente, é preciso de uma chuva com 58 milímetros. Já ontem, em 50 minutos de chuva, o índica foi de 85.2 mm. Ou seja, muito acima do que a cidade, e seus rios suportam. Segundo a autoridade da Defesa Civil de Poá, na rua Hermogenes La Regina na área central da cidade, o nível da água chegou a 1,40 metros. De todas as pessoas que conversamos, sejam elas moradores e ou comerciantes ribeirinhos, nunca houve uma chuva com tanta intensidade e estragos como este na cidade de Poá. Chuva esta que mobilizou diversos setores público, desde funcionários não só da Defesa Civil, como de diversas outras áreas, para não dizer quase todas do Executivo Municipal, leia-se prefeitura. Houve envolvimento também, de forças de segurança, como do Corpo de Bombeiros, e Policia Militar, que mesmo tenso sua companhia ilhada, haviam policiais nas ruas, contendo ações de atos de vandalismo e invasão de comércio, onde muitos tiveram as portas destruídas, ato este, que para quem pratica vandalismo e aproveita desta situação, para saquear mercadorias e objetos das lojas. Segundo autoridades não houve nenhum caso de óbito registrado até o momento, as percas que tiveram e foram muitas, são de objetos e utensílios domésticos, mercadorias estragadas, carros flutuando e até um quiosque, como mostra o vídeo. Na região do Alto Tietê, houve diversas cidades atingidas pela chuva, entre eles a cidade vizinha de Ferraz de Vasconcelos, onde segundo a Defesa Civil do Estado, um grupo de aproximadamente 200 moradores, foram abrigados em uma igreja Assembleia de Deus. Já na cidade de Guarulhos e São Paulo, houve muitos estragos, inclusive como informa o Corpo de Bombeiros, houve óbito na zona leste da cidade paulista. Prefeito Marcos Borges poderá decretar Estado de Calamidade Pública Após a enchente que assolou Poá no dia de ontem, diversos funcionários da prefeitura de Poá, sejam eles concursados ou comissionados, por iniciativa própria, foram até as ruas da cidade e ou seus departamentos de trabalho, ver como poderiam ajudar, onde muitos se colocaram à disposição. Seja secretários, diretores, e ou servidores de diversas pastas, sem contar da Defesa Civil, que já sabem que nesta situação, tem que irem para a rua prestar socorro. Diversas famílias foram atendidas, nos bairros das Vilas Varela, Lúcia, Bandeirantes, Romano, Alvorada, Fonte Aúrea e adjacências e cidade Kemel. A secretara de Assistência e Desenvolvimento Social, atendeu uma média de 300 famílias, onde form distribuídos kits de higiene, e também colchões e alguns cobertores, para acolhimento de emergência. Trabalho este feito com coordenação de 6 assistentes sociais, que trabalharam até por volta das 4h de hoje. Apuramos que o prefeito de Poá Marcos Antonio Andrade Borges, esteve após a chuva a noite, nas ruas da cidade, onde ouviu diversos moradores e até comerciantes, onde teve até principio de hostilidade para o alcaide, perante a revolta de alguns. Mas o momento era e é emergencial, pois na área central da cidade, houve diversas avarias, não só no nas ruas, calcadas como em diversas casas e comércios. Perante isto, o prefeito já entrou em contato com o governo do Estado de São Paulo, e já está sendo feitos relatórios e enviados para diversos órgãos, para que amanhã no primeiro horário, já em reunião com toda a equipe do primeiro escalão do governo, seja feito um balanço geral. Uma fonte nos disse que o prefeito irá tomar todas e qualquer medida para revolver as percas o mais rápido possível, e já pensa em se for necessário decretar Estado de Calamidade e ou Emergência, o prefeito Marcos Borges fará isto para atender os prejuízos e transtornos causados na cidade. O povo tem sua parcela de culpa Claro que o Poder Público através de seus agentes, tem sua parcela de culpa. Mas o povo também é o grande responsável, porque não cobra das autoridades, e nem participa do processo processo político como deveria, não acompanham os mandatos e não cobram nada. Já quando vão votar, participam menos ainda. E no dia a dia, cimentam todo o seu quintal, não deixa uma local para que as águas da chuva penetre na terra. Não plantam árvores em suas calçadas e junto com o poder público, impermeabiliza, cada vez mais o solo, as ruas da cidade e dos bairro. Sendo assim gente, quando chover, a água irá escorrer, e se não tem lugar para infiltrar no solo, ela irá correr, descer as ruas dos altos, e irão para os córregos e rios. Estes, encherão rápido como ontem, e a cidade continuará tendo enchentes, se todos juntos, não tomarmos medidas para tal.

Fotos: Colabores do Grupo POÁ COM ACENTO - https://www.facebook.com/groups/poacomacento/

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