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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

CLASSE POLÍTICA – HOJE O CIDADÃO TEM MEGAFONE NAS MÃOS, AS REDES SOCIAIS

https://www.facebook.com/groups/poacomacento/
Por Adilson Santos
Já passou da hora da Classe Política aprender, que hoje a maioria dos cidadãos, tem pela geração mobile, um megafone nas mãos, chamada de redes sociais

Queira eles gostem ou não, estão sendo observado em todas suas ações, atitudes, trabalhos ou na falta deles, por todo e qualquer cidadão, que tem hoje um celular nas mãos. Por vezes, alguns políticos são fotografados e ou tem vídeos feitos de suas ações, principalmente quando não pensam e ou correspondem aos anseios da população ou eleitor, aqui chamado de cidadãos.

Eu então, o cidadão, usando em seu estado democrático de direito, expressa o seu pensamento, o que lhe é garantido pela maior lei do pais, a Constituição Federal.

Já a classe política, acha que são e estão sempre acima do povo, e muitos se esquecem que são meros empregados do povo, pagos com o dinheiro de nossos impostos, os quais os sustentam no Brasil, com muitas mordomias, onde nem todos tem qualificação profissional o qual para ser vereador, deputado, senador, prefeito, governador e até presidente da república, onde basta ter votos, qualificação não.

Político hoje, a maioria ou 99% tem redes sociais. E tem que aprender a interagir e dialogar como o povo, principalmente nos questionamentos, de quem lhe paga o salário. Ignorar e só responder o que quiser, e ficar mudo quando se é questionado como figura pública e ou servidor púbico, é ajuntar brasas sobre a cabeça. Cabe ao político e ou assessor, responder sempre o que o eleitor e ou cidadão lhe questionar, quanto mais barreira o político coloca, mais distante fica do povo.


REPORTAGEM DO PORTAL BOL, DIZ QUE O INTERNAUTA NAS REDES SOCIAIS, TEM UM MEGAFONE PARA DESABAFAR

A Agência Efe conversou com o filósofo Jesús Mosterín, com os psicólogos Javier Jiménez e Fabrizio Ferri, e com o Twitter para tentar compreender o fenômeno das reclamações nas redes sociais.

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Mosterín destacou que "vivemos tempos de muita democracia e pouca tecnocracia", que nas redes sociais qualquer cidadão pode se expressar em igualdade de condições com o maior analista em um assunto.

De acordo com o filósofo, reclamar nas redes sociais "não serve para conhecer a realidade, mas para se expressar, para tirar o que temos dentro nós e sentir que não somos coibidos".

O psicólogo Javier Jiménez, especialista em medição psicológica que trabalhou para a universidade de Cambridge, explica que a principal função dessa reclamação é o reconhecimento social e um pedido de apoio.


"A queixa, vista como manifestação da insatisfação, sempre existiu. Mas o que há agora é uma barreira muito mais baixa para que essa reclamação chegue aos demais. A tecnologia facilita muito", segundo o psicólogo Fabrizio Ferri, especialista em novas tecnologias.
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Segundo Ferri, as redes sociais podem ser comparadas, em parte, com uma máquina caça-níqueis, pois pode "significar uma grande recompensa para uma conduta que custou muito pouco, então se torna algo quase viciante. Atenção recebida, e às vezes inesperada, muitas vezes recompensa o pequeno esforço feito".

Muitas vezes, a crítica fácil, a desqualificação e a reclamação são movidas pelo que Mosterín denomina de "um concurso de popularidade".

"Há pessoas que, quando chegam a um determinado número de seguidores, sentem seu ego alimentado e se sentem aptos para fazer uma queixa, inclusive agressiva, sem reparos", relatou Ferri.

Mosterín concorda com Ferri ao dizer que o ser humano sempre gostou de se queixar, mas antes fazia em "voz baixa" para evitar que "cortassem sua cabeça".

"A primeira coisa que as crianças pequenas fazem, antes de serem influenciadas pela cultura em que vivem, é se queixar. Não acho que as pessoas reclamem mais agora, no sentido de terem mais motivos de queixa, mas agora é mais fácil de serem vistas e ouvidas", analisou.

Os especialistas ressaltaram que as redes sociais e outras ferramentas, como o "e-mail", são frias. Segundo eles, é difícil sentir empatia em relação a textos e imagens. A falta de contexto, para Ferri, dificulta a empatia e faz com que a comunicação seja muito mais agressiva e ofensiva.

"Temos a tendência de acreditar que as pessoas são melhores do que são", ressaltou.

O Facebook é a rede social com mais usuários do mundo, mas é mais comum recorrer ao Twitter para reclamar. Para Jiménez, isso ocorre porque as mensagens no Twitter são acessíveis para qualquer um, enquanto no Facebook os usuários costumam ter contas privadas.

Ferri enfatizou como qualidades do Twitter o imediatismo, a concisão (as mensagens se limitam a 140 caracteres) e a simplicidade de uso. Além disso, não é possível controlar nem ocultar os tweets.

"Se você observa um pensamento no Twitter, este passa a fazer parte de um fluxo de pensamento único sobre esse tema, que qualquer um pode acessar", disse.

Fontes do Twitter afirmaram que, "em geral", a experiência na rede é "amável". Nos últimos meses, a empresa implementou diversos mecanismos para dissuadir e denunciar comportamentos agressivos na rede social.

Em tom de crítica, Mosterín comentou que, apesar das reclamações, não acredita que as redes sociais sirvam para resolver a maioria dos problemas manifestados.

"Se me perguntarem que contribuição Twitter e Facebook dão ao conhecimento humano ou à resolução dos problemas do mundo atual, acho que a contribuição é quase nula", declarou.

Fonte e texto segunda parte: http://zip.net/bxrFn0


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