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terça-feira, 23 de agosto de 2011

DesServiço da CPTM 2

Companhia de trens de São Paulo CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitano) continua oferecendo desserviços, principalmente na segurança.

Uma parte dos Policiais Ferroviários da CPTM,
não usam a tarja com o nome de guerra e tipo
sanguíneo, ou seja, não tem crachá,
não tem identificação
Os Policiais Ferroviários, em sua maioria, parecem cones de sinalização, mas que se movimentam, principalmente o olhar, que parece funcionar somente quando tem uma dama bonita, elegante, com roupas mais decotadas, passam pelo seu ângulo de visão.

Não é possível ver eles os quais ficam sempre na plataforma, orientando os usuários para embargue e desembarque, como já foi me passado em reunião com a ouvidoria da empresa. Mas andam em dupla, trio ou seja, estão acima dos outros, ao menos agem assim, pois tem um revolver na cintura, enquanto os da empresa terceirizada não tem, mas na cabeça de alguns PF, cabe aos seguranças da contratada exercer este papel.

Vez outra, a empresa faz uma operação, onde param o trem em determinada estação, onde é feito um anúncio, ou seja Aviso ao Público (AP), informando que o trens será vistoriado, e qualquer problema, o usuário, que além de pagar R$ 2,90 - tem que ser o cagueta, ou dedo-duro, dos marreteiros, pedintes, aliciadores de mulheres, estre outros que usam o trem para outras funções.

Acontece, que este cidadão, já por diversas vezes procurou funcionários da empresa, chefes e ou outros responsáveis, tanto pela estação, como da áreas da  segurança, o(s) qual(is) alega(m) que os mesmos não tem o nome de guerra.

Tal fato, em um momento de crise, o qual pode acontecer, os Policiais Ferroviários armados, onde em um momento de abordagem de um suspeito de estar armado, ou outro tipo de ocorrência. Podendo também abordar uma pessoal sob efeitos de drogas e álcool, onde os funcionários da CPTM estando armados, podem dar um tiro, ou disparar sua arma de fogo, ou qualquer outro tipo de situação. O qual no meu entendimento, isto facilita uma ação mais brusca, regada de violência, haja vista estar mais difícil a identificação do agente de segurança.

E como identificar quem foi?

Claro que o usuário terá esta dificuldade. Pois tem um grande número de Policiais Ferroviários sem identificação.

E de quem é a culpa?

Será que terá que acontecer alguma desgraça para o Governo do Estado de São Paulo e a direção da CPTM tomar uma providência?

É o verdadeiro descaso da empresa com sues clientes - usuários, como pode ver a foto acima, feita de telefone celular em junho deste ano, 

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