ÂNGULO PRODUÇÕES

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domingo, 1 de novembro de 2009

Obra Pública Sem Placa

Obra Pública Sem Placa

Esta acontecendo uma obra pública bem na área central de Poá (SP), e não se pode dizer que esta escondida, ao contrario, se trata de programa de visão da cidade.


É este, o intuito do governo de de São Paulo, através da CPTM “ Companhia Paulista de Trens Metropolitano” que vai substituir 38 quilômetros de muros que isolam as vias dos trens.


No lugar do muro entram grades de 2,10 metros de altura assentadas em muretas de 50 centímetros, somando 2,60 metros. A grade é adotada junto às estações para diminuir a segregação que a linha do trem provoca no seu entorno. O objetivo do governo é reduzir o impacto urbanístico provocado pelos muros e permitir uma aproximação maior entre a população e a ferrovia.


Vejo tal programa, uma iniciativa muito boa, a qual a meu ver, valorizará o turismo, entre outros diversos benefícios, pois dentro destes muros acontecem coisas absurdas, onde a mais normal que já tornou, é o uso de drogas por pessoas ou grupos.


E a Placa?


Até onde tenho conhecimento, se o cidadão vai fazer o muro da casa dele, ou mexer em qualquer tipo de edificação, tem que comunicar a prefeitura, e em grande maioria das obras, tem que ter um responsável técnico.


E se for para a construção de uma casa, ai entra um engenheiro, onde é feito um projeto, e recolhido uma taxa (ART) – Anotação de Responsabilidade Técnica, que é o instrumento instituído pela Lei n° 6.496, de 07 de dezembro de 1977, e regulamentada pela Resolução n° 425, de 1998, com o objetivo de definir, para os efeitos legais, a autoria e os limites da responsabilidade técnica pela execução de obra ou prestação de qualquer serviço de Engenharia, Arquitetura, Agronomia, Geologia, Geografia, Meteorologia, valorizando o exercício profissional. As ARTs do profissional registradas pelo Crea compõem seu acervo técnico.


Acontece que na Estância Hidromineral de Poá, não tem a placa contendo o nome do responsável técnico, e nem placa com o valor da obra. E segundo o presidente da CPTM Sérgio Avelleda declarou na imprensa, que a obra terá o custo toral de um milhão e novecentos mil reis.


Cade as autoridades e políticos da cidade?


Esta bem latente, o descaso das autoridades da cidade, sejam elas em todas as esferas, com a conivência do CREA-SP de Poá, o qual deveria sim fiscalizar, pois esta é uma de suas funções.


Cadê os políticos da cidade?


Cadê os partidos políticos ? A sua maioria, só trabalham quando querem usar técnicas de achacamento para conseguirem uma secretaria para acolher seus pelegos mais chegados, ou outro cargo.

Até quando continuará este descaso?



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