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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

QAP* Guarda Municipal

QAP* Guarda Municipal


No dia 1 de novembro de 2009, por volta das 22h52, estava me dirigindo ao ponto de ônibus do começo da Avenida prefeito engenheiro Jorge Correia Allen, na saída na passagem subterrânea Antônio Montarano, aquela que esta quase sempre suja, com odor de urina, e também com uma mina nas laterais.


Escutei um estampido, onde havia poucas pessoas sob o ponto de ônibus (que esta quase sempre também, com as lâmpadas queimadas, cachorros circulando e dormindo nos bancos). Mas um casal ficou olhando assustado e apreensivo. Me aproximei, e perguntei se o estampido havia sido um tiro, afirmaram que sim, e me mostraram dois homens, aparentando ser rapazes, na Praça João Fellipe Júnior, ao lado da avenida Padre Anchieta, e um carro tipo pick-up onde entrou um homem, e saiu com o veículo sentido Ferraz de Vasconcelos. Onde foi possível ver, devido aos muros derrubados, onde esta sendo instaladas as grades.


Segundo o casal, havia descido um homem do veículo, e atirou perto ou contra os dois rapazes, os quais saíram andando a priori, normalmente, eles não souberam explicar, pois não estavam prestando atenção, somente após o tiro, se assustaram.


Neste exato momento, encostou uma viatura da Guarda Municipal de Poá (SP) de número 002, a qual com dois guardas fardados, um dirigindo, e outro com um rádio em mãos, e nos bancos de trás, desceu duas mulheres, sendo uma senhora e a outra uma moça, a qual aparentemente, foi dada uma carona, onde as mesmas foram levadas ao ponto pelos GCMs de Poá, em seguida embarcaram no coletivo sentido Artur Alvim.


Informei ao guarda com o rádio em mãos, o que havia ocorrido, e ele aparentemente não deu muita atenção não, e falou obrigado. Eles estavam mais preocupados em dar atenção as duas mulheres, do que com o suposto tiro dado no lado de baixo da via férrea.


Vendo que os guardas não demonstraram muito interesse pelo ocorrido, perguntei a ele (o que falei) que medida seria tomada. O que estava com o rádio em mãos, meio desanimado informou que eles não tinham armas “como se isto fosse um problema para o cidadão resolver”, e que era bom eu passar para a polícia, e me mostrou uma viatura que estava dentro do posto de gasolina. Agradeci aos mesmos, que despediram das mulheres deixadas ao ponto, e foram sentido Ferraz de Vasconcelos pela Avenida prefeito engenheiro Jorge Correia Allen.


No local o qual aconteceu o fato, enquanto o Capitão Caldeira estava na cidade, era normal ter sempre a 20 metros do local, uma viatura parada com o giroflex ligado.


Fica então o meu questionamento como cidadão, qual o papel da Guarda Municipal, e porque o Poder Executivo através da Secretaria de Segurança, coloca homens no patrulhamento da cidade, ou desguarnecidos de informações, armas ou outro motivo aparente para a atitude em cima relatado.


Estou enviando uma cópia deste relato, ao e-mail da Secretaria de Segurança, para uma explicação sobre o assunto.


Adilson Santos



* QAP: Pergunta: Está na escuta? - Resposta: Permaneça na escuta ou estou na escuta





Um comentário:

  1. Às 17h35, recebi uma ligação da Senhora Secretária de Segurança Marlene de Sant’Anna, a qual me convidou para ir até a secretaria, para eu receber as informações do caso em tela.

    Informei a ela sobre a postagem no meu blog, a qual poderia me responder por e-mail.

    Ela informou que tomará as medidas cabíveis sobre o assunto, onde disse ser importante a participação sim da população, afinal, ela não pode estar a todo momento em todo o local.

    Mas a meu ver, o profissionalismo, anda junto com o profissional.

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